O par perfeito é a pessoa certa, a nossa Outra Parte, que nos complete. Mas vamos ao par perfeito como sendo o par ideal, ou seja, que existe apenas nas nossas subjetivas idealizações. De acordo com um dos editores deste blog, a ideologia é mais ou menos assim:
Uma menina que seja filha única, que seja Vascaína, que tenha o hábito de ler bons livros, que seja vaidosa, que saiba tocar violão, que goste de música clássica, que jogue xadrez frequentemente, que tome pelo menos três tipos de chá diariamente, que seja vegetariana, que corra pelo menos três vezes por semana, que seja voluntária em alguma ONG, que goste do Rock Nacional (principalmente o dos anos 80), que pretenda cursar uma faculdade de pedagogia, que admire e pratique a cultura nordestina, que goste de dançar, que tenha plantado pelo menos uma árvore e pretenda continuar plantando e cultivando, que medite, que goste de viajar, que seja doadora de sangue, que o único jogo de cartas que jogue seja UNO, que goste de astronomia, que goste de poesia e de flores, que sonhe, que tenha brilho nos olhos, que aprecie as artes, que durma tarde e acorde tarde ou durma cedo e acorde tarde, que goste de tomar banho de chuva, que goste de piadas sem graça, que goste de olhar o horizonte de dia e as estrelas de noite, que tenha consciência política, que goste de olhar a lua e o pôr-do-sol, que faça ioga, pretenda escrever um livro e saiba tocar flauta.
...que acredite em um mundo melhor e faça a sua parte, e que se não puder ser a melhor mulher do mundo, que seja a melhor mulher que puder ser.






